Mais um dia se vai, nesta estrada da vida.
Eu me torno mais velho, e aí começo a entender
Que quanto mais me batias,
Nada mais fazias, que me ensinar a viver.
Ah! Que saudade, daquele tempo
Da infância sofrida ! da inocência perdida
Do amor que eu recebia sem mesmo entender,
As lágrimas de minha mãe, por seu rosto a escorrer.
As dificuldades que a vida nos impunha
A guerreira lutava lado a lado com meu pai.
Na tinturaria trabalhava, meu pai a madeira lavrava
Para na mesa colocar o pão que nunca faltava.
Mãe que saudade daquele tempo em que me ensinava
A rezar a ave Maria, que cheia de graça vivia,
Através de sua luta diária.
Mãe quanta saudade tenho no meu peito...
Do amor que davas sem reclamar
Do carinho em seu colo,
E que hoje; não podes me dar.
Homenagem à minha mãe. Nair Pereira de Oliveira. ( in memórian)
Nabor. (DANDEE)
09/05/2010
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